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Obras de Jorge Luis Martins

quarta-feira, 30 de março de 2016

Maratona de Autógrafos no Instituto Estadual do Livro

Maratona de autógrafos do Instituto Estadual do Livro (IEL), na companhia do secretário da Cultura Vitor Hugo, da Patrícia Langois, diretora do IEL, e do amigo patrono da feira do livro de Porto Alegre, de 2015, Dilan Camargo.






Jorge Luis Martins estará na Palestra sobre Drogas, em Gramado


O escritor Jorge Luis Martins será um dos ministrantes da palestra sobre Drogas
que acontece no dia 31 de março, às 9h e às 14h, no Teatro Elisabeth Rosenfeld. O evento faz parte das programações da Semana Legislativa nos 61 anos da Câmara Municipal de Gramado.

Diário dos Campos destaca Palestras de Jorge Luis Martins em Ponta Grossa

O Jornal Diário dos Campos, de Ponta Grossa, destacou, nesta quarta-feira, o ciclo de palestras que o escritor, administrador e empresário Jorge Luis Martins fará em Ponta Grossa. Em julho ele desenvolverá um trabalho nas penitenciárias, escolas e para o público em geral como parte dos 3 anos de atuação da ONG "PEGAÍ".

terça-feira, 1 de março de 2016

Veja o que escreveu a jornalista Luciane Rosas sobre o livro Meu Nome É Jorge

Foto: Gesiele Mocelin Silvério
 
Ensaio sobre a cegueira

“Eu sinto que existo para uns, e para outros, não. Há também aqueles que me veem, mas o que lhes provoco é um grande mal-estar”.
Li o livro “Meu nome é Jorge” de Jorge Luiz Martins, e essa frase ficou insistentemente na minha cabeça. O ex-morador de rua conseguiu mudar de vida, e escreveu a sua história. Obra fácil de ser lida, mas não tão fácil de ser digerida. Sabendo que a história aconteceu realmente, me peguei por diversas vezes, pensando o que poderia ter sido diferente. Muitas vezes criticando atitudes tomadas pelo próprio autor, ou por aqueles que ‘conviveram’ com ele, nas várias épocas de sua vida. Uma obra realmente envolvente. Difícil ficar alheio.
Voltando a frase, acho (beirando a certeza) que ficou na minha cabeça, pois muitas vezes eu mesma fingi não ver tantas realidades... Pode ser que o medo impere em vários dos casos. Mas até quando vamos fingir que esta realidade das ruas não existe? Lembro que em meu trabalho como repórter de um jornal da cidade, procurei a Prefeitura para saber se havia números de moradores de rua. A resposta me chamou muita atenção. Na época “não havia” morador de rua em Ponta Grossa. Pelo jeito, não somos somente nós que mascaramos a realidade... Alguns devem ter lido e pensado NÓS? Eu não... Eu enxergo a realidade...Enxerga? E o que você faz para mudá-la? Aposto que são muito poucas as pessoas que conseguem enxergar sem que lhes provoque “um grande mal-estar”
Felizmente, Jorge foi enxergado. O otimismo, nem na pior das situações que relatou – foi deixado de lado. Motivo este que fez com que alguns o enxergasse com bons olhos. Um sorriso no rosto e uma extrema vontade de deixar as ruas. Está difícil? Os convido a ler esta história. Para aqueles que costumam devorar livros como eu, bastam duas horinhas... #acheinoPegaí!