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Obras de Jorge Luis Martins

terça-feira, 30 de julho de 2013

A Capa do Novo Livro de Jorge Luis Martins



Esta é a capa do mais novo livro infantil de Jorge Luis Martins: O Menino e o Seu Segredo.....
    

terça-feira, 16 de julho de 2013

Ideias de Como Utilizar o Menino da Caixa de Sapatos em Diversas Disciplinas

Esta lista de sugestões foi preparada por professores do Colégio Sinodal Rui Barbosa, de Carazinho, após terem seu primeiro contato com O Menino da Caixa de Sapatos e reconhecerem as potencialidades de trabalho deste livro:

*Matemática e Ed. Financeira:
     Questão socioeconômica, 
     Valor do salário mínimo, 
     Aposentadoria (da avó), 
     Valor da cesta básica,  
     Valor do custo de vida....

*Ciências e Biologia:  
     Atitudes comportamentais de Herta (mãe do personagem principal), 
     Comprometimento neuronal, 
  Implicações no desenvolvimento corpóreo e cognitivo em casos de subnutrição, fome- desânimo, apatia (reações químicas)....

*Geografia e História:
     Espaço geográfico da região de POA, para contextualizar o enredo. 
   Situação da pobreza que dificultava a compra de uma passagem Novo Hamburgo/POA (hoje R$ 5,00), 
     A praça como casa (que espaço geográfico é esse?), 
    A congregação familiar  (modelos de família ao longo dos tempos e o tipo de cuidado e educação ofertada)...

*Ensino Religioso:
    Os anjos da vida (quem apoiou, quem valorizou, que acreditou, quem apostou),
      Os anjos da morte (ofertas de trabalho sujo), 
      O valor da família, 
      O valor de uma casa, 
      O valor de quem cuida, 
      Os valores de uma família, 
      A congregação familiar (o cuidado, o afeto). 
      Acolhimento e rejeição.

*Sociologia (questões de influência social): 
     A pobreza, 
     O lixo - o que é para uns e para outros, 
     A disputa de alimentos com os ratos (curta gaúcho – Ilha das Flores),
     Modelos sociais...

*Filosofia: 
     Reflexão (causa/consequência), 
     Senso comum, 
     O Eu e o Outro (Alteridade).

*Arte
     Capacidade de leitura da obra, 
     Que é a própria vida(?), 
     Leitura de imagens publicadas no livro, 
     A representação da caixa de sapato, ...

*Física, Biologia e Química:  
    A caixa de sapatos preenchida com algodão para a manutenção do calor corporal - Calor (transmissão e  conservação do calor, o calor na manutenção da vida. Na pobreza, a falta de acolchoados fazendo com que todos durmam próximos uns dos outros, a bebida alcóolica para aquecer os corpos).

*Educação Física: 
     Resistência física/alimentação (o porquê de, muitas vezes, Jorge consumir as frutas que eram para ser vendidas).

*Línguas Estrangeiras: 
     Poderão se associar a algum componente, expressões, slogans. Como é organizado o sistema educacional e de saúde para os pobres nos EUA e Europa?





quinta-feira, 11 de julho de 2013

Destaque no Diário da Manhã - Carazinho, Erechim e Passo Fundo



A presença de Jorge Luis Martins movimentou o Colégio Sinodal Rui Barbosa ontem (10). O autor de “Meu Nome é Jorge” conversou com estudantes do sexto ano ao Ensino Médio pela manhã sobre a obra que conta a história de sua vida. Antes da chegada do autor, os estudantes leram a obra e realizaram trabalhos. À noite, ele palestrou a partir do tema “Falando Verdades” para a comunidade escolar. As atividades reuniram dezenas de pessoas no auditório do colégio e integraram o último dia do 4º Rodalê. Segundo a coordenadora do Ensino Médio e professora de língua portuguesa, Raquel Amende Leal, o projeto envolveu mais de 700 estudantes, desde a educação infantil até os cursos técnicos.


Além de escritor, Jorge Luis Martins é ator profissional – com mais de 15 longas metragens, editor e corretor de imóveis. É formado em administração e psicopedagogia e possui uma locadora de veículos. Ele disse que estava muito satisfeito de visitar Carazinho e o Colégio Sinodal Rui Barbosa. “É uma troca entre os alunos, o corpo docente e eu. Estamos aprendendo muito. Está sendo gratificante para mim pela maneira como eles trabalharam o livro. 

Eles tinham uma expectativa muito grande pela minha chegada. Tinham uma curiosidade muito grande depois que leram o livro porque a realidade deles é diferente. Eles se identificaram com isso, mas quiseram me conhecer para constatar que isso é real e isto pode acontecer com qualquer pessoa”, destacou, referindo-se ao conteúdo da obra, que é autobiográfico. “O livro é a minha história. Tem muito Jorge por aí. Não necessariamente com este nome, mas que passam pelo que passei. O livro conta a minha história desde meu nascimento, que foi prematuro. Eu ficava numa caixa de sapatos que era o único lugar que minha avó tinha para me colocar. Minha mãe tinha problemas mentais e meu pai estava preso. Eu não tive nenhuma estrutura familiar. Somente minha vó até os 10 anos de idade, quando ela faleceu”, revela.

Depois do falecimento da avó, Martins passou a viver pelas ruas. “Eu dormia embaixo das casas, nos carros abandonadas e até no cemitério, em Novo Hamburgo. Eu era assediado pelos traficantes que queriam que os conduzisse e usasse drogas. Então, eu me desvencilhava. Fui pedinte e minha primeira profissão foi catador de papel”, relata.

Dois caminhos
“A vida oferece para a gente dois caminhos. O do bem e o do mal. Se cheguei aqui hoje é porque escolhi o caminho do bem”, diz o escritor. “Por isso, eu digo para os alunos que eles aproveitem a estrutura que eles têm, porque a realidade deles é outra. Eu não tive nenhuma estrutura, mas a única coisa que diferencia um ser humano do outro é a força de vontade, independente de ser rico, pobre, de ser branco ou negro. Essa vontade fez com que eu fizesse duas faculdades, me tornasse empresário, ator, escritor, editor e outras coisas que nem imaginava que teria capacidade e que eu consegui”, conta. Questionado se sentia orgulho da pessoa que se tornou, mesmo não tendo estrutura familiar e grandes oportunidades na vida, Martins destaca que “me orgulho até um certo ponto, porque o orgulho não pode ser em demasia. Numa certa época eu fiquei muito famoso e me questionaram o que eu faria com a fama. Então eu disse que eu a usaria para servir aos mais necessitados, retribuindo o que eu recebi”, opina.


Marco na vida
O escritor destaca que uma promessa que fez a avó o motivou a almejar uma vida diferente daquela que levava na infância. “Ela não queria falecer sem ouvir da minha boca que eu seria um homem de bem. Os valores que ela me deixou foram a minha motivação. Além disso, eu via toda a miséria que a gente passava, o que eu ouvia negativamente sobre o meu pai, que bebia que me batia e das pessoas que diziam que eu seria um marginal. Isto impulsionou-me a ser uma pessoa diferente”, concluiu.


Projeto Rodalê no Colégio Sinodal Rui Barbosa - Carazinho

De 8 a 10 de Julho ocorreu a 4ª Edição do Projeto Rodalê, no Colégio Sinodal Rui Barbosa, em Carazinho.





Além da parceria com o Projeto Cultura nas Estradas, que levou ao Rodalê uma livraria com mais de 7.000 obras literárias e 4 peças teatrais para todos os alunos, foi proeminente a presença do autor Jorge Luis Martins, que conversou com os estudantes pela manhã e palestrou para a comunidade escolar à noite.









O autor examina os trabalhos 
dos pequenos alunos, deixando-se 
tocar por sua beleza e profundidade. 


Além do Rodalê, o colégio também apresentou a Iª Roda Literária, uma atividade interativa de socialização de leituras e de contação de histórias, que envolveu alunos da Educação Infantil, Anos Iniciais e 4º ano do Ensino Fundamental.



sexta-feira, 5 de julho de 2013

Presença na Feira do Livro do Colégio E. Pe. Colbachini - Nova Bassano - RS

No quarto dia da 10ª Feira do Livro do Colégio E. Padre Colbachini, em Nova Bassano, esteve presente o autor Jorge Luis Martins, que, segundo o blog do próprio colégio (http://colegiocolbachini.blogspot.com.br/) emocionou a todos e deixou marcas no interior de cada um com a força de sua história pessoal, registrada nos livros O Menino da Caixa de Sapatos e Meu Nome é Jorge.


Jorge Luis Martins autografa para seus jovens leitores